Voto eletrônico e a confiabilidade das urnas

A semana começou agitada nos Estados Unidos. A vitória de Joe Biden sobre o atual presidente Donald Trump gerou dúvidas e também confusão. Trump insiste que o processo eleitoral sofreu fraude e não admite a derrota. Apesar de não ter nenhuma prova para os seus argumentos, o ainda presidente se utiliza de uma fragilidade que a maior potência do mundo conserva: o voto impresso.


Seria o voto eletrônico a solução para acabar com as dúvidas? Para o advogado especialista em Direito Eleitoral, Guilherme Gonçalves, “O voto eletrônico é motivo de orgulho para o nosso País. O mundo admira a confiabilidade da democracia brasileira e nossa urna eletrônica”.


O especialista define os murmúrios – que por vezes reincidem – sobre a possibilidade de fraudar as eleições brasileiras como “fake news clássica”. Ele, que em 1995 participou do processo de implementação do sistema eletrônico de votação e, desde então, acompanha os avanços tecnológicos e legislativos a respeito, diz que o que torna o voto seguro não é a complexidade, mas a simplicidade dos equipamentos, e é enfático: “posso afiançar que é impossível fraudar uma eleição por conta da urna eletrônica”.



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